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Oradores – Festival Coopera

Índice de oradores
  • Ana Rita Antunes (Coopérnico)
  • Anabela Rodrigues (Coletivo Se.Do)
  • António Brito Guterres
  • Antonio Gori (Sirigaita)
  • Cecília Fonseca (CIDAC / Outras Economias)
  • Diogo Veiga (Coop99)
  • Disgraça
  • Eduardo Graça (CASES)
  • Farhana Akter (Cooperativa Bandim)
  • Filipa Bolotinha (Renovar a Mouraria Bandim)
  • Filipe Olival (Jornal MAPA)
  • Gustavo Gustrava (Qrava)
  • Inês Cisneiros (Rizoma Coop)
  • João Carapau (SIMAB)
  • Jorge Pinto
  • Judit Morello (Rizoma / Aldrava Coop)
  • Luis Esteban Rubio (Ecooo / Escula de Activismo Economico)
  • Marc Dalmau (La Ciutat Invisible)
  • Margarida Marques (Rés do Chão)
  • Mariana Reboleira (Rizoma Coop)
  • Marta Silva (Largo Residências)
  • Mauro Wah (PER 11)
  • Raquel Varela (FCSH)
  • Rita Magalhães (Regenerativa Coop)
  • Rogério Roque Amado (ISCTE)
  • Vanessa Ezequiel Lopes (Associação Rizoma)
  • Vincent Rueda (Rede Co-Habitar)

Ana Rita Antunes (Coopérnico)

Ana Rita Antunes é Engenheira do Ambiente pela Universidade Nova de Lisboa, com mestrado na área de eficiência energética, pela mesma Universidade. É membro fundador e atualmente Coordenadora Executiva na Coopérnico – primeira cooperativa de energia renovável em Portugal – e membro do Conselho Geral da “ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável”, uma organização não-governamental de ambiente de âmbito nacional.

A Coopérnico – Cooperativa de Desenvolvimento Sustentável C.R.L é uma Comunidade de Cidadãos para a Energia, membro da REScoop.eu, a Federação europeia de comunidades de energias renováveis, e é a primeira cooperativa de energias renováveis em Portugal. Fundada em 2013, tem trabalhado em prol de um modelo energético justo, democrático, com o envolvimento dos cidadãos e assente em energias renováveis. Além de produzir eletricidade renovável, num modelo descentralizado, a Coopérnico comercializa eletricidade sem fins lucrativos no mercado liberalizado, participa em projetos nacionais e europeus e presta serviços na área da energia, aos seus membros e a entidades terceiras, nomeadamente autarquias locais. Atualmente, com cerca de 7000 membros, a Coopérnico é uma voz ativa e reconhecida no setor.

Anabela Rodrigues, mais conhecida como Belinha, é mediadora cultural pela solidariedade imigrante e Conselheira no Conselho Económico e Social (CES), onde representa as associações de imigrantes. Com um percurso profundamente ligado ao ativismo e à intervenção comunitária, integra os órgãos diretivos também a Associação de Imigrantes do Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa. Valorizando a educação não-formal, o seu percurso cruza a política, a arte e a mediação como ferramentas de transformação. Defende que, embora a sua biografia tenha importância, o fundamental reside no que pode brotar após cada escuta e na urgência de o diálogo se transforme em ação.

António Brito Guterres

António Brito Guterres é assistente Social com pós-graduação em Estudos Urbanos e doutorando na mesma área temática. Também tem formação em foresight pela School of International Futures. É investigador no Dinâmia-Cet ISCTE – IUL. Entre vários estudos, foi um dos autores das «Estratégias para a Cultura da Cidade de Lisboa». É membro do Conselho Geral da Universidade Nova de Lisboa.

Coordenou projetos com jovens através do Programa Escolas. Foi Director do Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira (CEA-VA), concebendo com parceiros e artistas locais toda uma programação cultural, artística, e educativa para o território. Acompanhando essas iniciativas, coordenou todo o processo participativo para definição de funções e projeto arquitetónico do Centro de Experimentação até à sua inauguração.

Acumulou às funções de Director do CEA-VA as de Chefe de Projeto da Iniciativa Bairros Críticos do Vale da Amoreira, responsável pela requalificação do espaço público, respostas sociais, educação e emprego, e governação integrada. Nos últimos dez anos foi quadro da Fundação Aga Khan Portugal, coordenando projetos territoriais, de desenvolvimento local, de expressão artística e cultural. Na mesma instituição e até ao fim de 2022, foi durante quatro anos director do programa de sociedade civil e do programa de desenvolvimento comunitário urbano «K´cidade».

António Brito Guterres

Cecília Fonseca é licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais, com mestrado em Cooperação e mestrado em Ciências Sociais, Desenvolvimento e Agricultura. Trabalha há duas décadas em organizações da sociedade civil, nas áreas da cooperação, educação, participação e juventude. Trabalha há 9 anos no CIDAC, em Educação para o Desenvolvimento e nas questões ligadas ao Comércio Justo, Economia Solidária e, de forma mais alargada, das Outras Economias.

Ativista pela justiça social e climática, Chloé Gastine coopera na Rizoma desde 2020, onde aprendeu que se coopera cooperando. Fascinada pela inteligência coletiva e por processos horizontais, dedica-se a fomentar uma cultura ecofeminista do cuidado. Acredita que práticas coletivas, criativas e incorporadas aprofundam a consciência sobre o que nos conecta — entre nós e com o mundo. Tem interesse especial em organizar e facilitar encontros que inspirem e empoderem a ação coletiva.

Diego Veiga é cientista social, educador popular e ativista. No Brasil, construiu sua trajetória nos movimentos sociais, passando pelo movimento estudantil, pelos fóruns municipal e estadual de economia solidária e pela organização da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, além de participar da construção de um partido-movimento autogestionário. Hoje integra a Coop99, no Porto, articulando economia solidária, formação política e organização coletiva.

A Disgraça é um centro social anarquista em Lisboa. Foi criado em 2015 com o objetivo de criar e manter espaços para atividades políticas, sociais e culturais. É um projeto horizontal, anticapitalista e sem fins lucrativos e inclui uma biblioteca, uma sala de concertos DIY, uma cantina vegana, uma oficina, uma sala de ensaios, uma sala de serigrafia, um ginásio e uma loja livre. A livraria anarquista Tortuga disponibiliza literatura militante portuguesa e estrangeira. A Disgraça é utilizada por diferentes coletivos e movimentos para reuniões, preparação de materiais e eventos. Realizam-se exibições de filmes, conversas e oficinas sobre temas como consentimento e relações, direitos LGBTQIA+, lutas pela habitação, justiça climática, antirracismo, anticolonialismo e abolição das prisões.

Natural de Faro, Eduardo Graça é licenciado em Organização e Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Economia da Universidade de Lisboa.
Presidente da Direção da CASES, foi também presidente da Direção do INSCOOP e do INATEL. Foi ainda Coordenador do Espaço Noesis (DGIDC) e da Comissão Interministerial e Permanente para o Acolhimento da Comunidade Timorense; diretor do Dep. Financeiro e de Organização na Agência Nacional para a Qualificação; adjunto do Min. da Solidariedade e Seg. Social; membro do gabinete do Pres. da CML e coord. da Equipa de Projeto das Escolas Profissionais no âmbito do Gabinete de Educação Tecnológica, Artística e Profissional, do Ministério da Educação.

A Disgraça é um centro social anarquista em Lisboa. Foi criado em 2015 com o objetivo de criar e manter espaços para atividades políticas, sociais e culturais. É um projeto horizontal, anticapitalista e sem fins lucrativos e inclui uma biblioteca, uma sala de concertos DIY, uma cantina vegana, uma oficina, uma sala de ensaios, uma sala de serigrafia, um ginásio e uma loja livre. A livraria anarquista Tortuga disponibiliza literatura militante portuguesa e estrangeira. A Disgraça é utilizada por diferentes coletivos e movimentos para reuniões, preparação de materiais e eventos. Realizam-se exibições de filmes, conversas e oficinas sobre temas como consentimento e relações, direitos LGBTQIA+, lutas pela habitação, justiça climática, antirracismo, anticolonialismo e abolição das prisões.

Filipa Bolotinha, algarvia, reside na Mouraria há mais de 20 anos e encontrou na Renovar a Mouraria o propósito de contribuir para uma construção comunitária assente na cooperação, na partilha e na aprendizagem. É atualmente Presidente da Direção e coordenadora geral da Associação Renovar a Mouraria, tendo integrado este coletivo em 2010. Desde então tem acompanhado de perto, e ativamente, todos os processos de transformação do território, e estado envolvida em diversos projetos multidisciplinares, que e aliam a dinamização cultural e produção artística à intervenção social, alguns deles de escala europeia.

A Associação Renovar a Mouraria é uma ONGD de utilidade pública, fundada a 19 de março de 2008 a partir da iniciativa de um grupo de moradores comprometidos com a revitalização do bairro da Mouraria através de ações comunitárias, educativas e culturais. Ao longo do seu percurso, a associação tem centrado grande parte da sua intervenção no acolhimento e apoio a pessoas migrantes, na promoção da diversidade cultural como elemento de coesão social, no combate a narrativas falsas e discursos de ódio e na defesa do direito a um centro histórico habitado por pessoas.

Filipe Olival é doutorando em Antropologia Social pela Universidade de Coimbra e investigador-militante ao serviço do movimento das Cooperativas Integrais e da Economia Solidária.
Integrou o coletivo editorial do Jornal MAPA em 2021, onde tem escrito sobre temas como alternativas económicas e cooperativismo, habitação em propriedade coletiva, fetiches mercantis e outros perversidades do mercado “livre”, sempre com o objetivo de alimentar imaginários pós-capitalistas.

Gustavo Gustrava, bixa fluida Brasileira (todos os pronomes), artista e ativista. Co-criador e membre dos coletivos Revolta da Lâmpada (2014, São Paulo), CURVS (Lisboa, 2023) e QRAVO (Lisboa, 2025). Mestra em Antropologia com foco em Arte, Ativismo e Interseccionalidade (2023, ISCTE-IUL). Jornalista/comunicador com 16 anos de experiência. Diretora criativa de projetos de comunicação focados em impacto socioambiental, direitos humanos e diversidade cultural. Piranha. Neurodivergente. Decolonial. Antifascista, antissionista, anticapitalista.

QRAVO é um coletivo queer radical comprometido com a defesa dos corpos queer, identidades, expressões artísticas e iniciativas culturais. Fazem festas‑protesto e outras formas de ativismo de rua, trabalho criativo de base, colaborações artísticas, iniciativas educativas e atividades ainda por descobrir. Posicionam-se contra o fascismo, o patriarcado, a violência policial, a acumulação de riqueza, o neoliberalismo, a opressão sistémica e a instrumentalização das nossas identidades. QRAVO põe o Q em “cravo”, a flor símbolo da Revolução de 25 de Abril contra a ditadura do Estado Novo. Porque sim: a nova Revolução dos Cravos será queer, feminista, antirracista e interseccional.

Inês Cisneiros é advogada, licenciada em Direito pela FDUL (2011) e mestre em Filosofia Política (2024). Fez parte do projecto “Democracia Presente para as Gerações Futuras” do Ifilnova, o instituto de Filosofia da FCSH-UNL, no âmbito do qual teve oportunidade de se debruçar sobre os temas da acção colectiva, Teoria(s) da Democracia, e o impacto intergeracional dos movimentos sociais. Co-coordenou a edição do livro “Desafios de Governar para o Futuro: Democracia e Justiça Intergeracional”, publicado pela Húmus em 2024. Numa tentativa de traduzir e articular teoria e prática, colabora regularmente com colectivos variados, de diferentes graus de formalização, tanto no que refere às suas estruturas organizativas, como às respectivas práticas democráticas. Tem dividido o seu tempo entre Lisboa e Bruxelas, onde também trabalha com organizações da sociedade civil. É Rizomi.

João Tiago Carapau é engenheiro agrónomo, com especialização em economia agrícola e marketing. Desde 2012, é diretor executivo da PATER – Mais Território, liderando projetos em planeamento territorial, sustentabilidade e inovação alimentar. É também diretor-geral corporativo do Grupo SIMAB, ligado aos mercados abastecedores em Portugal, e integra organismos nacionais e europeus do setor agroalimentar.

A SIMAB – Sociedade Instaladora de Mercados Abastecedores, S.A. é uma empresa de capitais públicos, detida na totalidade pela PARPÚBLICA – Participações Públicas (SGPS), S.A., que presta serviços de estudos de enquadramento e localização, dimensionamento, conceção, instalação, apoio à construção e gestão de Mercados Abastecedores Grossistas e de Mercados Municipais Retalhistas, bem como assessoria técnica nas áreas de comunicação institucional e de capacitação profissional dos operadores, clientes e colaboradores destes mercados.

Jorge Pinto é formado em Engenharia do Ambiente e doutor em Filosofia Social e Política. A nível académico, é o autor do livro A Liberdade dos Futuros – Ecorrepublicanismo para o século XXI, e coautor do livro Rendimento Básico Incondicional: Uma Defesa da Liberdade. Em 2014, foi um dos cofundadores do partido LIVRE. Atualmente exerce o mandato de deputado à Assembleia da República.

Judit Morello é cientista na área da biomedicina. Em paralelo, ativista e impulsionadora de modelos de habitação não especulativos baseados na propriedade coletiva. Cofundadora da Cooperativa Aldrava, integra também a cooperativa Rizoma e a rede Co-Habitar, associação de cooperativas em propriedade coletiva em Portugal.

Luis Esteban Rubio é coordenador da área de economia social y solidária de Ecooo, onde se destacam projetos como “Guapa, lista y cooperativista”, Escuela de Activismo Económico ou UpmeUp.
Entre 2022 e 2025 foi presidente do Mercado Social de Madrid e anteriormente coordenou o think tank EcoPolítica entre 2014 e 2018.
É doutor em Direito pela Universidad Carlos III, em Madrid. Atualmente, investiga sobre republicanismo, cosmopolitismo e a nova fase de exploração espacial.

Marc Dalmau é cooperativista y librero de oficio, es socio-fundador y miembro del área de investigación de la cooperativa La Ciutat Invisible. Sociólogo y doctor en Antropología Social, forma parte del Observatorio de Antropología del Conflicto Urbano de la Universidad de Barcelona.
Sus dos grandes temas de interés son los estudios urbanos y la historia social, y ha publicado diferentes artículos, exposiciones y libros sobre esta temática.

Margarida Marques licenciou-se em Arquitetura pela Universidade de Lisboa (2009). Trabalhou em ateliers de arquitetura em São Paulo, Quito e Lisboa, em projetos de diversas escalas e tipologias, e cofundou o Rés do Chão (R/C) em 2014.

A Rés do Chão é especializada em arquitetura, urbanismo e participação.
Desenvolvemos projetos de regeneração urbana e de qualificação de espaços públicos e comunitários, através de processos inclusivos de participação que promovem a coesão social e melhoram a confiança nas instituições.
Desenhamos soluções inovadoras que apoiam entidades públicas a criar cidades mais inclusivas, democráticas, resilientes e sustentáveis.

Licenciada e mestre em Gestão, Mariana Reboleira é membro e co-fundadora da Cooperativa Rizoma, uma cooperativa multisetorial, cujo um dos principais projetos é a primeira mercearia auto-gerida em Portugal, situada em Lisboa.
Tem experiência em consultoria de Responsabilidade Social Corporativa (RSC), foi gestora de produto no IES – Social Business School, e é formadora em Empreendedorismo Social. Viu desde cedo o potencial da gestão e da inteligência coletiva aplicadas ao desenvolvimento de projetos comunitários e participativos, e que respondem aos maiores desafios sociais locais e globais.

Marta Silva, formada em Dança e Ciências da Educação, trabalhou sempre ligada à área da cultura e intervenção social e comunitária. Após um percurso profissional enquanto bailarina, formadora e produtora, nos últimos anos dedicou-se mais à gestão cultural e desenvolvimento local. Em 2012 fundou e é directora geral da cooperativa cultural e de solidariedade social LARGO Residências, sediada em Arroios (Lisboa), cujo trabalho tem sido reconhecido por inúmeros grupos de trabalho nacionais e europeus no campo da Cultura, Inclusão Social e Desenvolvimento Local. Em 2021 o trabalho desta cooperativa recebeu o Prémio Acesso Cultural na área do acesso social, e voto de Louvor do Município de Lisboa em 2023, e o prémio Cooperativa do Ano pela Cases em 2025. Recebeu o Prémio Natércia Campos 2023, enquanto Melhor Produtor Cultural, distinguido pela Academia de Produtores Culturais. Em 2025 foi uma das 15 selecionadas, entre 890 candidatos de 14 países europeus de enquanto líder de projetos de arte participativa para integrar a primeira Fellowship da Alliance for Socially Engaged Art, um programa que promove a mudança social através da arte e a colaboração europeia, promovido por 11 fundações filantrópicas europeias.

Mauro Wah é dirigente da associação de moradores Per 11 na Alta de Lisboa, na qual desenvolve um trabalho de apoio à comunidade com maior enfoque na orientação de jovens e crianças de risco.

Do bairro da Quinta da Pailepa, antiga freguesia da Charneca, para o PER 11 atual Santa Clara, em Lisboa. Com o realojamento dos bairros, a participação e a criação de uma identidade como prioridade e ao longo dos anos o desenvolver de projetos comunitários, que conciliam com o dia a dia e procuram envolver a comunidade em diversas atividades recreativas e educativas e tem como objetivo a inclusão de todos os membros da comunidade.

Raquel Varela é historiadora e Professora Auxiliar na FCSH. A sua obra insere-se na área das ciências sociais e humanas, com destaque para os temas da história das revoluções e do movimento operário. Tem uma ampla participação como intelectual pública e como guionista, apresentadora de documentários históricos e curadora de exposições. Fundou a Rede de Estudos Globais do Trabalho e é membro do board da International Association of Strikes and Social Conflicts. Foi comentadora residente na RTP durante 11 anos.

Criada no Porto, Rita Magalhães formou-se em Engenharia do Ambiente e envolveu-se em movimentos como o GAIA e a Casa Viva, explorando permacultura e agroecologia. Em 2009 mudou-se para o Alentejo, onde cofundou o projeto Monte Mimo e integrou a AMAP Sado, promovendo relações diretas entre produção e consumo. Atualmente, trabalha na Regenerativa Cooperativa, onde coordena a programação cultural do Café Nativa e dinamiza iniciativas ligadas à agroecologia e participação comunitária.

A Regenerativa é uma cooperativa integral sediada em São Luís, criada para regenerar a vida económica, ecológica, social e cultural do território rural. É uma comunidade de aprendizagem diversa que se organiza de forma cooperativa para construir soluções concretas, apoiar quem vive e trabalha no território e criar condições para uma vida mais digna, justa e sustentável.

Rogério Roque Amaro é Professor Associado da área de Economia Política no ISCTE e co-fundador da Pluriversidade Comunitária. Coordena e leciona na área do Desenvolvimento Comunitário e em Economia Social e Solidária. É diretor da Revista de Economia Solidária e co-fundador da Rede de Grupos e Fóruns Comunitários Lusófonos. Com décadas de experiência no setor associativo e cooperativo, dirigiu a ANIMAR – Rede de Associações de Desenvolvimento Local entre outras organizações. Tem vários artigos e livros publicados nestes temas.

Vanessa Ezequiel Lopes, tem 30 anos, é Licenciada em Ciências da Comunicação e frequenta o mestrado em Ciências políticas no ISCTE. Passou pela Agência LUSA e pelo jornal Público como jornalista. Iniciou a carreira televisiva aos 19 anos e encontra-se atualmente na RTP.

Paralelamente, dedica-se à formação em diversidade, equidade e inclusão (DEI), colabora como jornalista na Christian Life Magazine e preside à Associação RIZOMA, que promove a integração da comunidade cigana na sociedade.

Como palestrante, partilha a sua história, crendo que pode “revolucionar crenças e libertar pessoas de ciclos e histórias repetitivas que frustram gerações inteiras”

Antigo engenheiro industrial, Vincent Rueda mudou de rumo para colocar a sua energia ao serviço do bem comum com os “Pas-Sages”. O que o move é contribuir para a emergência de novas formas de estar no mundo e perante o que é vivo. Desde 2020, concretiza esta visão em Portugal e acompanha, em França, na Europa e mais além, a emergência e a interconexão de bens comuns não especulativos.

A Rede Co‑Habitar é uma associação criada em 2024 para promover e fortalecer as cooperativas de habitação em regime de propriedade coletiva em Portugal. Reúne coletivos e cooperativas que encaram a habitação como um direito e não como um ativo especulativo, privilegiando modelos onde os fogos permanecem na propriedade da cooperativa. A Rede pretende partilhar conhecimento, identificar desafios e construir soluções comuns, dando visibilidade a esta alternativa habitacional. Integram a Rede projetos como Aldrava, Brejos Faria, Colmeia 62, Eco‑bairros, Rizoma, Cooperativa das Formas, CoopArroios, ECG e Minga, em articulação com a RedPES.

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R. José Estêvão 4B
1150-202 Lisboa
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